Estamos vivendo em um mundo cheio de loucuras e frouxuras, sim, cada vez mais o homem está perdido neste universo tão feminino e exigente, que só indica a única certeza: Elas não sabem o que querem. Cada vez mais elas se desanimam com o rabisco de Adão, desconfiando e até desacreditando no macho da atualidade.
O homem contemporâneo está muito ligado na internet, nos amores platônicos e perdendo a capacidade do enfrentamento cara a cara, sua possível costela da criação. Com a oferta de homem no mercado (o que graças ao criador são poucos), as mulheres estão “pegando” o barato do dia e ficando insatisfeitas com seus exemplares.
Os homens devem entender que as mulheres já não são mais aquele ser submisso, elas tem vontades, desejos e alguns machistas agora que descobriram que elas são um ser pensante. A mulher não quer só casar e ser sustentada pelo marido, a mulher da atualidade quer amar e também ter o direito de se divertir. E dão graças a Odin, quando encontram uma transa homérica. Basta de sexo miojo.
Mas claro que também temos essas perdidas no espaço, capazes de exigir os doze trabalhos de Hercules. E após tudo devidamente cumprido, acabam resultando diabetes no indivíduo, após um árduo e prolongado cu doce.
Deixemos nossos personagens virtuais de lado e passemos a enfrentar a realidade. O homem tem que encarar os foras que encontra pela frente, e se o cabra for contemplado com o temeroso chifre, não deve pensar em pular da ponte ou prender a respiração até ficar roxo. Conheço casos que o chifre humanizou a pessoa.
Saia do habitual, abandonemos os computadores e marquemos encontros na praça, no restaurante japonês, no bar do Celio e quem sabe, tudo termine com a boa e clássica cena de amor. Onde os dois corpos cansados se abraça e adormecem no cochichar das declarações. Viva o amor e meninas, mesmo me enxerindo com uma loira dos olhos puxados, ainda estou aceitando curriculum.
* Victor Augusto (Bombomzão) é jornalista.
E-mail: Victor.ojornalista@gmail.com

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