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Artigo: A loja sempre tem razão

Estava eu pensando em meu artigo, pensei em falar sobre o recente fora que pequei, quando me surge a amiga B.L. com um ponto bastante interessante, a eterna luta entre cliente e lojas. Onde foi para aquele bordão “O freguês sempre tem razão”?

Ela me convidou final de semana passado para peregrinar nas lojas de móveis para que ela comprasse um guarda-roupa novo. Ela foi na rede de lojas de um amigo em comum que possuímos, para prestigiar o companheiro. Mas não imaginávamos a tremenda furada que era a loja.

Após três dias de aguardo pelo móvel chegar até a casa dela e mais dois para que fosse montado, eis que surge o problema, o móvel estava defeituoso. Sua mãe a comunica por telefone que estava rachado. Ela já ficou zureta. Ligou para o vendedor.

A resposta que ela obteve com o vendedor é que o procedimento para realizar a troca levaria de um mês a quarenta dias, pois era assim que a loja trabalhava, quando chegasse um novo móvel eles troca-riam. Pra que ele respondeu assim? Ela ficou enzaralhada da vida e desceu a lenha, pois como consumidora, brigou por seus direitos.

O contrato falava que ela deveria esperar até quarenta e oito horas para entregar o produto e não que falava nesta espera procedimental. A partir do momento que compramos algo, o mínimo que se espera é que se venha em bom estado e como visualizamos no mostruário. Se sabiam que estava defeituoso, porque venderam?
Um dos grandes problemas que os consumidores enfrentam é este, que além de pagar pelo produto, devem esperar pelo procedimento da empresa. E a expectativa que a loja gerou nela e ao mesmo tempo veio um serviço ineficiente?
No dos outros é refresco, e se fosse com eles? Difícil você comprar algo e esperar o procedimento trocar algo que deveria ser de qualidade. Era melhor dizer que não tinha, usando aquela frase que já se tornou popular “Tem, mas tá faltando”.
Pelo que consta, se uma pessoa comete erros ou deixa passar algo desapercebido no serviço público e que prejudique alguém, aquele servidor responderá a um processo. Não caberia um a essas empresas neste momento? Se as pessoas não estão aptas a comercializar produtos que levem satisfação ao cliente, era melhor que mudasse de ramo ou buscasse uma melhoria considerável.

Agora é esperar a boa vontade que tudo se resolva no prazo de trinta a quarenta dias. Brincadeira!

* Victor Augusto (Bombomzão) é jornalista.
Prazer, Victor Augusto, 37 anos, acreano, jornalista e académico de direito. Por isso, criei este espaço onde compartilho minhas experiências e aprendizados. Afinal, acredito que conhecimento deve ser diário para nossa evolução. Por aqui, abordo assuntos sobre estilo de vida, com ênfase em levar uma vida baseada na informação, já que é minha área de formação e atuação.

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