Podemos ser as pessoas mais centradas do mundo, se julgar a pessoa mais confiante do mundo, que nada abala. Mas, existem momentos que nossas muralhas antes intransponíveis vão ao chão. Nunca estamos preparados para lidar com a perda de alguém querido ou conhecido.
Nossa vida se compara a uma vela, que a qualquer mudança do sopro de vento, nossa chama se apagará. Dessa vida, as melhores coisas devem ser vividas com intensidade, enquanto as de momentos difíceis devem ser deixadas para depois.
Brigamos, nos desentendemos, nos xingamos, mas em momentos de perda nos unimos para compartilhar a dor ou solidariedade. Precisamos sorrir mais juntos, deixar nossas ideologias e armaduras um pouco de lado. Precisamos nos redescobrir como pessoas comuns, como amigos. Não vamos esperar morrer para demonstrar o bem querer ao próximo.
Vamos olhar mais para a pessoa ao nosso lado, antes de declarar apoio a outra de fora, pois, nesta vida, no final da linha, só podemos contar uns com os outros. Faço o convite para eliminarmos os rótulos de lado de lá ou de cá, ou pessoas renegadas por não seguirem uma linha padrão.
Sejamos amigos e fraternos, ignorando o individual. Basta de vê os outros caírem do nosso lado e fingir que não é conosco. Mudemos os hábitos e a única certeza é de bons frutos.
* Victor Augusto (Bombomzão) é jornalista.
E-mail: Victor.ojornalista@gmail.com
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