“Eu fui usado como arma de
vingança, para fazer o mal ao seu namorado. E, agora, ele volta pra você, você
me deixa de lado.”
Já dizia o velho cancioneiro
popular, bregoriano de primeira linhagem, Carlos Alexandre com sua eternizada
“Arma de Vingança”. Quem de nos nunca passou ou usou as amizades como arma de
vingança? Em algum momento de nossas enguiças e esperançosas vidas amorosas
também vivenciamos o momento.
Existe um relato popular que
explica a seguinte “formula da felicidade para mulheres” para que a vida
amorosa e até desempenho sexual de uma mulher fique mais fortalecido, faz se
necessário o apoio de uma boa amizade. Não estou falando de amizades coloridas,
do tipo que envolve o assunto de penetração. Não. Estou me referindo à amizade
que valoriza a mulher de tal maneira, que o companheiro dela se sente ameaçado,
a ponto de endeusar a amada e a comida caseira nossa de cada dia.
Nada mais ameaçador para um do
que um possível concorrente dentro de casa, da rua, da repartição publica. Mas o
rascunho da criação? Quem estimula o ego do macho alfa? O homem por si só já
nasceu besta e propenso a ceder aos encantos femininos. A mais simples
piscadela até a bulinação no popozão já levanta sua estima.
O homem por si só já vem com
grade curricular de cachorro. A sociedade é muito cruel com o homem, pois não
pode ter mais do que sete esquemas que já é chamado de raparigueiro. Outro verso
filosófico popular contemporâneo é dito pelos Solteiros do Forró – O homem que
ama sua mulher de tal maneira, prefere usar a dos outros para não gastar a sua.
E nem somos vingativos, tudo pelo amor.
Não seja um procrastinador da
felicidade, do amor, do feliz para sempre mesmo que temporário. O ministério da
saúde já adverte uma foda adiada, é um dia a menos de vida. Viva o amor e se
joga. Depois que casar se aquiete, no final, aquela que mais te aguentou é a que
vai trocar suas fraudas. Fica a dica meu caro Dom Juan de botequim.
Victor Augusto de Farias é jornalista
Email:
victor.ojornalista@gmail.com

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