À medida em que o tempo vai
passando e a gente vai adquirindo experiência, nos permitimos a avaliar
certezas e duvidas sobre o que vivenciamos ou pelo que passamos. Nos
questionamos e na sequencia vamos para uma visão religiosa: Por que isso acontece
comigo Deus?
Não sou egocêntrico e não permito
que me façam ser exemplo para os outros, modelos são figuras fortes para
qualquer tipo de pessoa. Gosto de ser de meu jeito, carrego comigo o que me foi
ensinado de maneira tão simples e verdadeira que meus pais me deram.
Hoje aluguei o ouvido de uma
amiga para tentar entender o “por quê” toda vez que me proponho a ajudar o
próximo e aos meus, logo me vejo sendo vidraça, tudo pelo simples fato de
desagradar quem só busca o seu beneficio própria, a extrema necessidade de
afirmar para os outros e para si a demonstração do “poder”. O poder não me
interessa, o poder afasta pessoas que você gosta, historias são criadas ao seu
respeito... Historias...
O que me consolou por hora, foi o
reforço que ela me deu ao afirmar que tudo está diferente, que ao olhar dos que
estão dentro e dos que estão fora, que as pessoas passaram a acreditar num
trabalho conjunto e voltado para todos.
“Ninguém joga pedra em arvores
que não dão frutos. Força e seja forte por você e por nós” MJ.
Como relatei anteriormente, a
gente já vem de uma estrada cheia de bagagens, coro duro de tanto levar
pedrada. Mas com o tempo a gente vai adquirindo experiência com a convivência
entre as pessoas, identificando quem é quem e como são conosco ou com os
outros.
Usando conhecimento, a
parcimônia, seguido da boa resiliência, sentei com minha turma, organizamos
tudo e aguardamos o momento certo para desmascarar o difamador e os que
emprenharam pelo ouvido. Tanta coisa poderia ser evitada se usassem a
capacidade de perguntar as pessoas e não tirar conclusões precipitadas.
Reunião marcada, ouvimos tudo o
que “ouviram” e na sequência nos “defendemos”. Nada mais revigorante do que vê
a cara dos difamadores cair ao mostrarmos todas as coisas e ponto a ponto de
como eles não tem o menor interesse em se informar. Se toda estratégia que
usaram para falar de mim e de minhas parceiras fosse usada para elevar nossa
instituição, seriamos muito mais fortes.
Eu não sou de entrar em
confrontos e nem de prejudicar ninguém, quero fazer o que é justo e viver em
paz. Mas como minha honra foi vitima de agressão, nada mais justo do que
recorrer a justiça dos homens e deixar a de Deus seguir. Vale lembrar, que
antes de “emprenhar” pelo ouvido, pergunte e evite as consequências.

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