Vamos aproveitar o momento em que vivemos em nosso país para
falar um pouco sobre as comparações que se assemelham os segmentos esportivos
com a mais pura arte de amar, ser amado ou ser lavado.
Durante as apresentações constatamos grandes atletas e suas
superações, mas também notamos os momentos mais marcantes para estes jogos olímpicos.
A arte de saber conviver com a dor.
Sim, assim como o atleta francês, Samir Ait Said, nos até não sentimos na hora a dor da
rejeição, a destruição moral é a primeira que levamos, mas sabemos disfarça,
pois a dor faz parte da armadura do ser amador.
Quem nunca correu por um bom tempo atrás da medalha de ouro
da conquista, de subir no pódio do coração do ser amado? Todos nos já caminhamos
por horas, pedalamos distâncias, corremos por quilômetros para descobrir que
rompemos o tendão da paixão. Não fomos correspondidos ou outro venceu a prova.
O amor e a dor são fatores que determinam a capacidade do
atleta amante. Existem aqueles que mascaram seus sentimentos, que entra em
campo, pegam um cartão vermelho no primeiro empurrão ou fingem sofrer para que
outros sejam solidários e até aqueles que apelam para o choro para demonstrar
que fizeram de tudo, mas mesmo assim não venceram a competição.
Treinamos e treinaremos por longos espaços de tempo, a
depender do atleta e sua modalidade, pois existem aqueles que retornaram aos
seus templos por quatro anos para se preparar pros próximos jogos e aqueles que
em determinado momento irão fugir das regras de suas nações isoladas.
Mas algo deve ser definido e esclarecido, que ganhando ou
perdendo, o importante é competir, sempre tem uma peteca capar de ainda levar
umas boas raquetadas.


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