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Sofrência passageira

Vamos conversar e compartilhar nossas experiências? Então tá. Posso começar? Obrigado! Caso ache necessário me interromper para revelar algo semelhante, me diga.

Dia desses conversava com uma amiga sobre relacionamentos e ela questionava por que eu estava só, já que eu era um cara bacana, divertido e tals. Minha resposta foi e é simples “Mulher nunca está satisfeita e não sabe o que quer”. Como assim perguntou ela. O exemplo mais pratico é o guarda roupa. Você já viu uma mulher abrir o seu e rapidamente saber o que vai usar? Não!

Uma mulher tem o seu guarda roupas cheio de vestidos, bermudas, saias, sapatos e tudo mais. Mas quais as duas expressões clássicas que se ouve? Eu não tenho nada pra vestir ou já usei tudo. Assim são as minhas investidas, sou o isso e aquilo e como uma assinatura de bondade, todas elas dizem que vou encontrar alguém que me faça feliz. “Que sacanagem e que lesas” disse ela.

Se comparar com hoje e o inicio de minhas tentativas, tiro de letra esses lenços brancos de despedida. Curto, aproveito e tiro o mesmo que elas me tiram, assim caminha-se na marcha do amor de temporada.

Quando comecei a arriscar investidas nas amizades, era um jovem inseguro, tive a fase de não ir atrás por conta do status social, depois fiquei cheio de incertezas. Nesse tempo eu sabia que nunca conseguiria administrar mais de um relacionamento. Ledo engado, em 2013 quando dei por mim, estava com quatro bocas diferentes.

Depois que meu velho se foi, me fechei em copula e voltei aos poucos a me arriscar. Fui a um aniversário, de cara dei em cima da tia do aniversariante, ficávamos até um tempo desses. Conheci uma amarela, uma morena e assim foi. Mas nenhum fixo ou que me fizesse mudar o status da rede social.

“E você não quer ter ninguém ou prefere ficar só?” questionou novamente. Claro que desejo tem alguém, mas enquanto essa pessoa não chega, vou curtindo o que aparece. Diferente do começo, não passo anos ou meses sofrendo por amor, meia hora me basta e tô pronto pra outra. São só historias para se colecionar. “Você deveria escrever essas aventuras amorosas, principalmente a das quatro ficantes” destacou ela.


Melhor eu ficar com essas desventuras amorosas pra mim, se eu começar a relatar meus foras, é arriscado os leitores me enviarem sacolões de tanta pena. A vida é assim, cheia de escolhas, hora você escolhe e outras você é escolhido.

Agora me conte a sua história.
Prazer, Victor Augusto, 37 anos, acreano, jornalista e académico de direito. Por isso, criei este espaço onde compartilho minhas experiências e aprendizados. Afinal, acredito que conhecimento deve ser diário para nossa evolução. Por aqui, abordo assuntos sobre estilo de vida, com ênfase em levar uma vida baseada na informação, já que é minha área de formação e atuação.

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